Dicas de Manutenção

Faça sempre manutenção do seu carroDicas de manutenção para o seu carro

Preparamos para você uma série de dicas úteis para a manutenção do seu carro.

A Auto Mecânica Ramão também se preocupa em como você manuseia e conduz o seu veículo. Quanto maior o tempo de conservação e manutenção, mais tempo o carro irá demorar para apresentar problemas.

Bomba de Combustível

A bomba elétrica é indispensável em motores alimentados por injeção eletrônica. Trata-se de um pequeno motor elétrico (com uma pá ou turbina) que injeta combustível sob pressão na galeria dos bicos injetores. A pressão, por ser maior, permite que o sistema de injeção trabalhe otimizado, o que melhora o desempenho e impede que as variações de rotação do motor interfiram no suprimento de combustível, como acontece no carro com carburador. Ela fica instalada dentro do tanque ou diretamente na linha de alimentação, junto ao tanque. A turbina, ou pistão interno, siliconizado, bombeia o combustível sobre pressão para o filtro de combustível e daí para os bicos injetores, que controlam a vazão de combustível. A bomba começa a trabalhar assim que o contato é acionado, enviando o combustível para o motor, o que facilita a partida.

Se o motor não pega, geralmente um relé corta o fornecimento de combustível, desligando a bomba. Um sistema de retorno faz com que o excesso de combustível retorne ao tanque, permitindo que a bomba mantenha pressão a constante. Para saber se a bomba elétrica está funcionando, basta ficar atento para ouvir o seu zumbido (semelhante ao do esguichador de água do pára-brisa) antes do motor entrar em funcionamento.

Lembre-se que você ouvirá o zumbido só por alguns instantes, pois se o motor não entrar em funcionamento ela também pára. Os problemas mais comuns na bomba elétrica são bicos injetores entupidos, bomba queimada, obstrução ou dano na linha de alimentação e problema elétrico de alimentação na própria bomba (fusível queimado, mal contato ou fio solto). Neste caso, basta substituir as mangueiras ou dutos obstruídos, limpar os bicos das válvulas injetoras e trocar os fusíveis que estiverem queimados. Se voltarem a queimar, está ocorrendo um curto-circuito em algum lugar da fiação que deve ser examinada por um eletricista

Correia dentada

A correia dentada é um componente relativamente barato, mas se o motorista esquecer de trocá-la no tempo certo e ela quebrar, a dentada no bolso é muito maior… Afinal, ela é responsável pelo sincronismo entre a parte móvel inferior do motor e a parte superior do mesmo, parte essa onde se encontram comando de válvulas e suas respectivas válvulas, muitas válvulas!

Se a correia arrebentar, os problemas são grandes (embora varie de motor para motor). Em alguns modelos, o rompimento danifica seriamente o motor, pois as válvulas param, mas os pistões não. Assim, as válvulas que estiverem abertas serão atingidas com violência pelo pistão quando estes sobem e chegam no ponto morto superior, ocasionando empeno e, em alguns casos, quebra do dispositivo.

O conserto, além da correia, fica por conta de novas válvulas, juntas, retífica do cabeçote e, dependendo do caso, até troca de pistões. Em outros casos, talvez isso não aconteça, entretanto, se a correia perde um ou mais dentes, ou fica frouxa saltando alguns dentes no momento da partida(com motor frio), o comando de válvulas fica fora de posição em relação ao virabrequim e o motor passa a funcionar de maneira irregular, podendo chegar até a parar de vez.

A correia não se rompe apenas pelo desgaste normal, por exemplo, se o motor tiver com um vazamento de óleo pela junta da tampa de válvulas, este óleo compromete a durabilidade da correia, que é sensível a solventes de derivados de petróleo. Portanto, não hesite: na dúvida é melhor trocar a correia dentada mesmo que ela aparente estar em bom estado, afinal, o custo é relativamente baixo e pode preservar o seu bolso no futuro.

Na dúvida, verifique a tensão da correia e se apresentar rachaduras, marcas de desfiamento e fissuras na parte debaixo dos dentes, troque-a . Estes são alguns sinais definitivos de que a correia precisa ser substituída. Outro detalhe importante: a correia deve ser montada ou trocada por um especialista, que deve colocá-la obedecendo a uma ordem precisa de posicionamento das polias, para que o motor fique no sincronismo correto.

Cuidados com a bateria

A bateria é um dispositivo que transforma energia química em elétrica, servindo para fornecer energia para o motor de partida. Porém, antes de fazer a instalação de uma bateria é necessário fazer um check-up no sistema elétrico (principalmente no alternador e no motor de partida), pois se esses componentes estiverem em mau funcionamento podem danificar o produto.

A capacidade do alternador é projetada de acordo com os acessórios que vai receber (vidro-elétrico, ar-condicionado, desembaçador, toca-fitas, etc.).

Quando adicionamos acessórios em excesso num veículo original aumentamos o consumo de energia, o que pode exceder a capacidade do alternador. Nessas condições a bateria entra em ação e supre essa deficiência. Porém, não adianta colocar uma bateria de capacidade maior, mas sim um alternador.

Em relação à troca da bateria, é importante ficar atento à alguns detalhes: Sempre que for retirar a bateria de um veículo, solte primeiro o cabo negativo, e para recolocar, faça o contrário, coloque-o por último. Nunca incline demais a bateria, ela pode derramar um ácido corrosivo e tóxico. Também não é recomendável fumar ou produzir faíscas próximas a bateria, pois a mesma emana gases inflamáveis.

Motor

Água no Radiador: deve ser colocada com o motor frio. Se o motor estiver quente, deverá ser colocada com o mesmo em funcionamento e vagarosamente para evitar choque técnico.

Em se tratando de Veículos com Injeção Eletrônica: nunca se deve injetar uma carga na bateria por via de cabo com outra bateria (Chupeta), pois a carga será mais elevada com relação ao módulo, assim então poderá danificá-lo.

A prática de se fazer o carro pegar no tranco: devemos evitá-la, pois à risco de ocorrer uma quebra na correia dentada.
Freios

Direção Puxando: Pode ser causado por freios mal aujstados ou precisando de reparos.

Rodas Prendendo: Freios prendendo ou rodas superaquecidas podem deixar o veículo sem freios devido ao aquecimento.

Pedal Baixo: O problema pode requerer um simples ajuste, ou ser indicativo de algo bem mais sério, como por exemplo, vazamento no cilindro mestre.

Ruídos: Freios podem funcionar com um mínimo de ruído, caso o ruído seja excessivo, como rangidos e estalos, deve-se fazer uma revisão no sistema de freio.

Vibração: Pedal do freio, volante ou todo o veículo vibrando pode indicar a necessidade de troca dos discos ou tambores de freios.

Quilometragem: Lembre-se do freio pelo menos uma vez a cada 06 meses, mesmo que ele não apresente qualquer uma das situações citadas. Um check-up de 15 minutos feito por um dos nossos técnicos pode detectar problemas antes de você ter problemas.
Dicas Rápidas

Nunca mande lavar o motor com o veiculo quente, principalmente se tiver sistema injeção eletrônica.

Filtros de combustível e ar são de suma importância para todos os veículos, por isso efetue a troca conforme o manual do veiculo.

Ao ouvir barulhos estranhos ao passar em lombadas, buraco e mesmo em lugares planos, pare o mais urgente possível, para verificar, pois barulhos indicam peças que podem estar se soltando, ou quebradas, ou desgastadas. Lembre-se é você e sua família que podem estar correndo perigo.

“Lugar de crianças, menores de 10 anos, é no banco traseiro” (Código de Trânsito Brasileiro, artigo 64). E, mesmo atrás, devem usar cinto desegurança de três pontos, caso tenham altura de aproximadamente 1,50 metro e já possam apoiar os pés no assoalho do carro. Para crianças menores, deve-se usar cadeirinha adequada ao peso e à altura.

Ao perceber que não conseguirá evitar um buraco, mantenha o volante reto e não pise bruscamente no freio. Isso fará com que a pancada seja transmitida ao pneu e não diretamente à suspensão. Pisar na embreagem evitará danos ao câmbio, mas aliviar a pressão no acelerador já ajuda a diminuir o prejuízo.

Na cidade, não ande muito perto do carro da frente. Na estrada, você deve estar, no mínimo, a 2 carros de distância do veículo à sua frente. Isso assegura uma margem para evitar possíveis colisões. Para manter a distância correta, olhe para a traseira do carro da frente. Se não enxergar os pneus, só o pára-choque você está perto demais.

Os projetos de pneus modernos raramente permitem que eles estourem, mesmo assim, sempre é bom examiná-los para verificar o surgimento de bolhas ou rachaduras, que podem ser causadas por impactos em buracos ou guias. Na dúvida, sempre dê preferência aos pedestres.

Respeite e obedeça a faixa de travessia, onde eles têm toda a prioridade. No trânsito, esteja sempre atento em ruas e avenidas movimentadas para conseguir prever as atitudes que o pedestre vai tomar e poder reagir a tempo.

Com pista molhada, uma fina camada de água pode se formar entre os pneus e o solo, fazendo com que o carro perca a aderência e deslize sem nenhum controle. Esse problema acontece a partir dos 50 km/h, em geral, mas depende do volume de água. Se for muito grande, ela pode ocorrer até em velocidades menores, a partir dos 30 km/h.

Se não tiver estepe, extintor de incêndio e o triângulo de sinalização no carro, você pode ser multado, já que a legislação obriga a tê-los. Equipamentos como macaco ou chave de roda são de apoio, mas não são obrigatórios. Porém, todos são de extrema utilidade e nunca podem faltar em um veículo.

Para evitar riscos precoces, nunca ligue o limpador de pára-brisa quando o vidro estiver seco. Ele normalmente acumula poeira, óleo e outras sujeiras. Para lavar os vidros, utilize sempre muita água com detergente suave ou limpa-vidros.

Buracos e guias são os seus maiores inimigos das rodas dos veículos. Elas amassam e entortam em choques mais fortes e só uma troca resolve o problema. Rodas em bom estado e pneus com especificação correta, devidamente calibrados, evitam desgastes, melhoram a segurança e economizam combustível.

Calibre os pneus do carro quando eles estiverem frios, seguindo as instruções do fabricante. Caso você já tenha rodado mais que 2 km. os pneus já deverão estar aquecidos, nesse caso, ao calibrar os pneus coloque 2 libras acima da recomendada pelo fabricante.